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Sulina recebe estudante da University of California para intercâmbio profissional

03 de Novembro de 2017

Os dois maiores produtores de soja do mundo, Estados Unidos e Brasil, uniram-se para um intercâmbio de conhecimentos: de um lado, Gregory Maineri, estudante de Engenharia Química residente nos Estados Unidos; de outro, a Sulina, referência no processamento de resíduo de soja.

A empresa recebeu, por uma semana, o estudante da UC Berkeley (University of California, Berkeley), uma das mais importantes e prestigiadas universidades do mundo, sendo a mais seletiva - e melhor ranqueada pelo U.S. News e ARWU - universidade pública no mundo para graduação. A curiosidade acadêmica e o grande potencial brasileiro na produção de soja motivou Gregory a fazer suas malas em busca de conhecimentos em solo brasileiro. Chegou na unidade da Sulina de Guaíba (RS) disposto a aprender na prática como se processa borra de soja no país, e surpreendeu-se com o grande destaque dado à sua área de estudo, a química. “Aqui na Sulina, o Laboratório tem poder enorme e muita responsabilidade no processo de verificação de qualidade dos produtos da empresa”, constatou Gregory. 

Para ele, que acompanhou o trabalho da fábrica e do laboratório, o estágio mostrou como funciona uma planta na prática, como é a vida do trabalhador e reforçou sua convicção de que o Brasil tem muitas características naturais que colocam o país em posição de destaque no mapa mundi da economia. “O Brasil tem muita coisa que não há em outros países: espaço para crescer, florestas enormes, água em abundância, terra fértil e uma enorme faixa de norte a sul, que proporciona climas diferentes”, destaca o estudante, que é filho de pais brasileiros.

Para a equipe da Sulina, a vinda de Gregory foi uma grande motivação, pelo rico intercâmbio de conhecimentos e pelo reconhecimento do trabalho da Sulina. “Para nós, foi muito gratificante a iniciativa do Gregory de vir estagiar na empresa. Ficamos orgulhosos de proporcionarmos para o estudante uma visão mais prática do dia a dia de nossa fábrica”, afirmou Paulo Fernando Poeta Carvalho, diretor do Grupo Sulina. “Acredito que o que muda o mundo são as perguntas, nãos as respostas; e no estágio do Gregory na Sulina, o que não faltaram foram perguntas”, comemora.